Amigos do Coração

Depoimentos


Veja aqui alguns depoimentos enviados com carinho aos Amigos do Coração.

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  • Valeria Carneiro 21 de setembro de 2017

    Sou voluntaria na AAC há 17 anos. Trabalhar lá é muito mais que um aprendizado. É a possibilidade de colocar tudo em perspectiva, de se perceber como elo de uma corrente muito maior, de conhecer outras realidades e de interagir com todas elas. É a oportunidade de sair do casulo, de olhar para o vizinho, de agir como cidadão, de se solidarizar, de se importar e de cuidar. É exercer a compaixão e a empatia. Trabalhar lá me faz humana e, então, me faz melhor.

  • Rachel Arruda 6 de setembro de 2017

    Conhecer a AAC e seus voluntários foi algo que mudou a minha visão sobre pacientes cardiopatas e seu dia a dia. Vi o brilho no olhar de cada paciente internado, cada família, ao ver um voluntário adentrar o quarto e dedicar com alegria um pouco do seu tempo a uma simples conversa, mas que faz um diferença incrível.
    Jamais esquecerei do querido Oswaldo que, com imensa alegria, nos presenteava com seu entusiasmo em auxiliar cada pessoa, fosse no pronto-socorro ou na internação.
    Obrigada por fazerem a diferença não somente no ambiente hospitalar, mas também nesse mundo tão carente de compaixão e empatia.

  • Nárriman Alves Souza da Silva 6 de setembro de 2017

    Ahhh!!! Eu entrei no InCor para uma consulta,porque tinha miocardiopatia periparto, mas estava numa situação grave,então já fiquei internada.
    Foram muitos momentos difíceis,foram 65 dias de UTI,cirurgia para implante de CDI,até sair a decisão do TRANSPLANTE cardíaco.
    Foram momentos dolorosos,mas com uma equipe nota 1000,que não te deixa desanimar!
    Entre todos do InCor,estão os Amigos do Coração,que por várias vezes me visitaram, me fizeram rir, me fizeram sentir que, mesmo no hospital,temos pessoas maravilhosas que se preocupam com seu bem-estar!
    Fiquei internada por 140 dias, hoje estou com 1 ano e 2 meses de transplante,estou super bem,e jamais esquecerei destes voluntários que fazem todos nós nos sentirmos melhores! Quero parabenizar e deixar meu muito obrigado a todos vocês!

  • Matheus Franco 19 de maio de 2017

    Tenho 23 anos e há três descobri que tenho uma doença muito rara no coração. No início, coloquei um CDI como paliativo porque os médicos ainda não sabiam o que fazer. Com isso minha vida foi se adequando a esses limites. Mas há um mês e meio e após alguns exames foi constatado que minha doença evoluiu e o transplante é inevitável.
    Mesmo com o problema não mudei meu astral nem meu humor, tanto que posso não conhecer todos os funcionários do hospital, mas boa parte deles já me conhece, rsrs. Por eu estar sempre puxando assunto com todo mundo, pelas brincadeiras, por já terem me visto ou ficarem sabendo que, até mesmo na UTI, eu toco violão, componho minhas próprias musicas e poesias!
    Aguardo tranquilamente por um coração, pois a pressa é inimiga da perfeição e eu quero um coração bom e não um rápido. Quando eu sair daqui, quero voltar pras minhas atividades como a música, faculdade de História, viajar e conhecer novos lugares. Mas acima de tudo, praticar o bem, espalhar amor!

  • Salvador Paiva 10 de maio de 2017

    Quando entramos numa fila de espera para um transplante, a nossa vida passa a correr contra o relógio e à medida que o tempo vai passando, sem nada ocorrer, acabamos até desistindo de consultar o site da Secretaria de Saúde, pelo qual podemos nos informar em que posição da lista estamos.Inúmeras vezes esta lista empacou para mim e aí o pensamento: “Pode dar certo para alguns, mas será que acontecerá para mim?” Bem, deu certo e aqui estou treze anos e meio depois!
    Transmitir essa esperança real para quem está hoje nessa mesma situação passou a ser um desejo meu, muito intenso.
    Comecei escrevendo um livro sobre como foi tudo para mim e depois dessa etapa, comecei a apresentar uma palestra com o título “Transplante de Coração – Mitos & Verdades”, que acabou por ser muito útil como uma forma de incentivar a doação de órgãos.
    Mas faltava uma coisa: o contato humano com aqueles que estão hoje nesta situação. Foi aí que conheci a AAC! Hoje, visito periodicamente pessoas que estão aguardando na fila no InCor. No primeiro contato, ao dizer que sou transplantado, que também já passei pelo que estão vivendo agora, geralmente ocorre uma sintonia que só seria mesmo possível entre duas pessoas que falam a mesma língua. E então, histórias incríveis têm início e quando elas acabam bem, vibro como se estivesse acontecendo comigo.Essa troca de energia é mágica e é isso que a AAC me possibilita todas as vezes que faço as minhas visitas.

  •   amigosdocoracao@incor.usp.br
        (11) 2661-5455

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